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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

CHEQUE PRÉ-DATADO




O cheque é uma ordem de pagamento à vista, ou seja, deve ser pago pelo banco mediante apresentação, independentemente da data do preenchimento. O cheque Pré-datado é um acordo. Por isso, poderá ser devolvido por falta de fundos caso a conta esteja descoberta. Para evitar que o cheque pré-datado seja depositado e prejudique o consumidor, o Procon recomenda algumas precauções: O consumidor deve fazer o cheque nominal à loja ou prestador de serviços. Deve escrever no verso do cheque, para que o cheque se destina e a data de depósito. O consumidor também deve exigir o documento que comprove a realização da transação ou seja, recibo ou nota fiscal onde conste a modalidade de pagamento, inclusive com o número dos cheques e as datas para depósito. Também é aconselhável colocar a data combinada entre as partes por escrito no cheque.

Segundo o Procon, a Justiça tem reconhecido a validade desta forma de pagamento e determinado indenizações a consumidores que não tiveram os cheques pré-datados respeitados. O poder Judiciário baseia-se no artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor, que fala do cumprimento à oferta, prevalece quando consumidor e loja acertam que a forma de pagamento é por meio de cheque pré-datado. 

Art. 30 - Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado.


Os cheques, mesmo nominais, podem ser transferidos a outras pessoas por endosso (quando são assinados no verso). Para que o cheque seja recebido exclusivamente pelo favorecido, o emitente tem que torná-lo nominal não à ordem, escrevendo, após o nome do beneficiário, a expressão "não à ordem", ou "não transferível" ou "proibido o endosso". Isso impede que outra pessoa deposite o cheque nominal.

O Código De Defesa do Consumidor é regido pela LEI N.º 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990, e dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Poderá ser visto e consultado neste blog no setor LINKs.

Ao se utilizar dessa forma de pagamento esteja atento.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

MOEDA


Muito popular num passado não tão distante, hoje os cofrinhos estão praticamente esquecidos.

Era muito comum, as crianças receberem de presente, ao nascer, de seus tios e outros parentes junto com o certificado da Caderneta de Poupança. Os bancos criavam e forneciam gratuitamente, uma infinidade de modelos de cofrinhos.

Hoje em dia embora falte moeda em circulação, os bancos outrora incentivadores, dificultam o recebimento das mesmas.

O que mudou? Introduziu-se na sociedade uma desvalorização da moeda, normalmente ouvimos falar: "moeda não vale nada", ou "moeda não é dinheiro". E infelizmente temos erroneamente acreditado nesses dizeres, digo isso porque, muitas vezes observo que as pessoas não fazem questão do troco, quando se trata de centavos.

Os comerciantes atentos, colocam seus preços sempre quebrados perceberam? Ex.: R$ 1,99 ou R$ 7,97
Importante ressaltar que geralmente não tem troco (R$ 0,01 ou R$ 0,03 no caso do exemplo). Mas se você tiver apenas R$ 1,98 ou R$ 7,96 sua compra não vai ser realizada. Fique atento e exija seu troco em dinheiro e não aceite balinhas.

Fiz um teste recentemente, todas as moedas independente de valor que recebia, fui colocando em um cofrinho, ao final de 45 dias ele estava cheio e ao contar havia a soma de quase R$ 100,00. Achou pouco? Pense comigo, não houve esforço algum da minha parte e uma reserva foi feita. Se arrendondarmos a conta e tormarmos como base um tempo de 2 meses ao final de um ano a soma seria de R$ 600,00 se mantivermos as mesmas condições.

Ao ver uma moeda, não a despreze, pois a mesma tem tanto valor quanto as notas.

Os Cofrinhos são bons, mas se você tem alguma dificuldade de manter as moedas dentro dele, sugiro o uso dos modelos que não tenham chaves, ou seja, aqueles que precisarão ser quebrados para retirar as moedas, dessa maneira você não fica tentado a assaltar o mesmo. Para facilitar troque as mesmas, por notas em mercados, padarias ou  lojas antes de fazer o depósito no banco.

LIVRE-SE DAS DÍVIDAS


Fonte: programa Saldo Extra
O video endividamento trata deste assunto, assista

1. Abandonar a onda de consumismo
Ter apenas uma folha de cheque na carteira, deixar em casa o cartão de crédito e sair de casa com o dinheiro contado.

2. Nunca avançar no limite do cheque especial
Sempre pedir autorização ao bolso antes.

3. Não “emprestar” seu nome para que parentes e amigos façam dívidas.
Se eles não podem usar o próprio nome é porque provavelmente já estão com problemas de endividamento e podem te complicar também.

4. Guardar dinheiro equivalente a pelo menos três meses das despesas fixas.
Se houver algum imprevisto, você saberá que pelo menos as despesas básicas estarão cobertas

5. Ter um custo físico reduzido com aluguéis e prestações.
Isso irá auxiliá-lo se perder o emprego.

6. Estabelecer metas para o gasto varável.
Uma delas é simular uma redução de 20% para cada item de consumo, como energia elétrica e água, e planejar com a família o que fazer com o dinheiro economizado.

7. Planejar por mês quanto pretende gastar.
Com roupas, cinemas, restaurantes e afins, e nunca sair de casa sem estabelecer o que quer comprar e quanto gastar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ARMADILHAS DOS SUPERMERCADOS



Fonte: Programa Saldo Extra
O cliente não pode andar rápido:

Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade ao longo dos corredores. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc.

Os itens que você compra com mais freqüência estão longe:

Geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerantes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!

Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor:

E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.

Os itens mais comprados por impulso estão próximos do caixa:

Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.

Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos:

Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.

A ilusão do produto “classe A”:

Produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou - principalmente - devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.

O tamanho do carrinho:

Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.

sábado, 24 de outubro de 2009

CHEQUE

Preencha de maneira clara, legível e sem deixar espaçõs em branco que possibilitem rasuras e/adulterações.
Não aceite caneta de estranhos.
Nunca ande com o talão inteiro, leve consigo apenas algumas folhas e mantenha sempre o número das mesmas guardados em local seguro, pois em caso de roubo e/ou furto lhe facilitará o preenchimento do Boletim de Ocorrência na Delegacia e a Susta dos mesmos junto ao banco.

Cheque Especial
É o limite concedido pelo banco. É uma modalidade de crédito com juros altíssimos. Procure planejar seus gastos de maneira a não precisar fazer uso dessa modalidade de crédito.

Cheque Pre-datado
É aquele documento que na realidade se diz pré-datado, mas que oficialmente é uma ordem de pagamento a vista. De maneira geral o credor inclusive orienta que se preencha,com a data do dia e depois se coloca do lado um chorãozinho com os dizeres "bom para". Mas lembre-se por se tratar de uma ordem de pagamento a vista, o depósito antecipado por quaisquer motivo, não dá direito ao consumidor de nenhuma reclamação ou ação contra o depositante. o cheque pré-datado não passa de um acordo verbal entre cavalheiros, fique muito atento ao optar pelo uso desse instrumento de crédito.